quinta-feira, 14 de junho de 2012

QUADRANTE X - todas as edições - número 10

Olá.
Aqui é o Rafael novamente.
Continuando a série sobre as edições já lançadas da revista Quadrante X, o início de uma nova fase: o número 10.

QUADRANTE X no. 10
Lançada em maio de 2009.

Desde o lançamento da edição 9, esta Quadrante foi planejada para ser diferente das anteriores. E foi o que realmente aconteceu – a edição número 10 foi a primeira edição da Quadrante a ganhar projeção nacional. E vocês podem ver que, desde a capa, a Quadrante X ficou diferente: capa colorida, logotipo novo, formato menor que o das edições anteriores, americano, e número de páginas maior – 44, sem contar capa. E esta edição também é temática, tal como foi a anterior: seus autores resolveram se exercitar nas aventuras de super-heróis, com doses de humor, ação e até crítica social. Depois que o Marcel Ibaldo chegou no grupo, as coisas nunca mais foram as mesmas. A revista começa com a tradicional seção Quadrinhos em Ação, destacando as atividades do grupo em 2008 e início de 2009 (incluindo o lançamento, em setembro de 2008, do primeiro gibi do Capoeira Negro de Alex Cruz pela editora Júpiter 2). A seguir, seção nova: Traçando Todas, algumas atividades paralelas envolvendo quadrinhos realizadas em Santa Maria (algumas sem a participação do Quadrinhos S. A.). Em seguida, Antônio Mello assina uma coluna, Nona Arte: Diversão e Cultura; e, terminando a parte “burocrática”, a seção Macroscópio da História, outra estréia, assinada por Alexander Rossato, à época professor de História e Acadêmico de Arquivologia, hoje arquivista da prefeitura de São Sepé, RS, na estréia falando sobre a relação entre os quadrinhos e a mentalidade da época em que foram produzidos. Os quadrinhos são marcados pelas estréias dos super-heróis que vieram para ficar. Começando pelo herói Chicken-Man, por Marcel Ibaldo (roteiro e arte) e Bício (assistente na arte), o galo antropomórfico e alienígena de voz potente (o Chicken-Man foi criado por Bício, segundo uma historinha curta, de prévia, que foi publicada no blog do Quadrinhos S.A.); a seguir, outro herói que faz seu debut na Quadrante é o Putzman, com roteiro dos dois Marcéis (Jacques e Ibaldo), desenhos de Guiga e arte-final do Ibaldo, um herói que, na ânsia de ajudar, acaba fazendo tudo errado (tanto que seu slogan é “salve o mundo... ou morra tentando”); prosseguindo, o já clássico Capoeira Negro, em aventura sem título, desta vez feito a cinco mãos: Marcel Ibaldo (roteiro e assistência na arte), Alex Cruz, Bício, Marcel Jacques e Elton Keller (arte). Aqui, o Capoeira apanha bastante, enquanto reflete sobre a sua atividade no combate ao crime; seguimos com a seção Caricultura, onde Ibaldo retrata o já mestre Stan Lee; em seguida, Marcel Jacques, totalmente só, traz mais um herói, o Pseudoman, um super-combatente do crime que possui como maior nêmesis a própria esposa; prosseguindo com mais uma estreia: os Super Anões, com roteiro de Marcel Ibaldo, desenhos de Rafael Grasel, e arte-final de Ibaldo e Bício; a seguir, Bício (sozinho) nos traz, em tiras, Super Tramposo, misto de político corrupto e super-anti-herói; a seguir, a seção (também estreia) Galeria do Leitor, com trabalhos de fãs que nós recebemos; no finalzinho, Al Mário, em seu último trabalho para a revista (depois, ele não deu mais as caras na Quadrante), com Os Imbecilóides – A Liga Excepcional, amostras de “heróis”; e, encerrando, Marcel Ibaldo, o nosso faz-tudo, caricaturando os integrantes do grupo. Em tempo: Ibaldo também assinou a ilustração da capa, junto com Alex Cruz e Marcel Jacques. Foi um sucesso de público! Tanto que esta edição está atualmente esgotada e é uma das edições mais difíceis de encontrar (junto à edição no. 4).

(Texto publicado originalmente em http://estudiorafelipe.blogspot.com/, com alterações).
Na próxima postagem, a penúltima da série, o número 11.
Até mais!

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