domingo, 26 de março de 2017

Quadrinhos Quaisquer - Teixeirão e a Carne Fraca (Rafael Grasel)

Como o gauchão Teixeira, cidadão atento ao que acontece no mundo, e o único bagual de estância que eu conheço que completou o Ensino Médio, está vendo os desdobramentos do assunto que dominou as discussões por boa parte desta semana - a Operação Carne Fraca da Polícia Federal?
Veja também em https://naestanciadoteixeirao.blogspot.com.br/.


quarta-feira, 22 de março de 2017

QUADRINHOS S.A. 15 anos - um depoimento ilustrado (Rafael Grasel)

Olá.
No momento em que escrevo, é dia 22 de março. No dia anterior, tivemos efeméride no setor dos quadrinhos independentes brasileiros: o Núcleo de Quadrinhistas de Santa Maria – RS, Quadrinhos S. A., completou 15 anos de existência.
Hoje, o Quadrinhos S.A. não existe fisicamente: seu escritório e ponto de reuniões foi desativado, e vários integrantes estão dispersos, vivendo em outras cidades, produzindo material no seu ritmo e no seu modo. Mas o grupo, enquanto grupo, continua promovendo suas atividades à distância.
Eu, Rafael Grasel, sou um dos membros que atualmente se encontram longe de Santa Maria – RS. Continuo atuando como desenhista, embora atualmente não tenha publicado trabalhos em veículos de imprensa. Minha atuação continua restrita à internet, através de meus quatro blogs (Estúdio Rafelipe, Blog da Letícia, Blog dos Bitifrendis e Blog do Teixeirão) e uma ou outra publicação independente, inclusos aí os gibis do Benjamin Peppe. Porém, continuo produzindo – e dando sinais de vida, de produção.
Bem. O Quadrinhos S.A. foi fundado em 21 de março de 2002. Eu entrei em 2003, mais de um ano depois, não me lembro agora em que mês eu procurei o pessoal e me associei. Na ocasião, o grupo se reunia em uma sala emprestada da Casa de Cultura de Santa Maria, local que antes era referência em promoção de eventos culturais. O presidente da associação ainda era Jorge Ubiratã da Silva Lopes, o Byrata, o criador do Xirú Lautério. Do grupo, já participavam: além do Byrata, Marcel Jacques, Al Mário (Mário Luís Trevisan), Bício (Fabrício Réquia Parzianello), Alex Cruz, Milton Soares, Antônio Mello, Carlos Gomide, Kiko Paim, Frank (Franklin Carvalho Neto) e Gabriel Cóser. Esses, os membros que mais compareciam às reuniões semanais. O grupo ainda contava, como membros, com Máucio, Elias, Jéssica e Jerônimo Strehl. Byrata, Antônio Mello e Milton Soares eram, então, os membros mais “famosos”: Byrata já tinha uma longa atuação como escritor, quadrinhista e cartunista, já havia editado, ao lado de Máucio, Elias e Orlando Fonseca, a revista Garganta do Diabo; Antônio Mello já escrevera roteiros para diversos personagens brasileiros publicados em revistas independentes, como a Brigada das Selvas de Aelias; e Milton publicava as tiras do personagem Trava no jornal Diário de Santa Maria. Os outros membros ainda eram ou iniciantes, ou simplesmente entusiastas da Nona Arte.
O grupo já havia lançado o número 0 de sua publicação principal, a Quadrante X, sua principal vitrine dos associados. Foi em maio de 2003. Pouco depois, entrei. E a tempo de participar da Quadrante X no. 1, em novembro do mesmo ano. Na época, eu, natural de Vacaria, RS, iniciava o curso de História na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). E foi na Quadrante X que dei vida ao personagem Teixeirão.
O fim das tardes de sexta-feira, na Casa de Cultura, eram religiosos para mim: estava sempre presente às reuniões, mesmo com o pequeno comparecimento de membros em alguns dias – às vezes, só o Marcel aparecia na sala, às vezes só o Alex, etc. Presenciei a mudança da sala – na mesma Casa de Cultura, ganhamos uma nova sala de reuniões, menos espaçosa que a outra, mas nossa, afinal; onde pudemos instalar a nossa gibiteca, crescente a cada instante. Assim como os outros membros, deixei desenhos meus nas paredes dessa sala, à guisa de enfeite.
Presenciei colegas desenhando, e páginas de quadrinhos nascendo pelas mãos de diversos membros. Presenciei Marcel Jacques desenhando suas histórias; presenciei Alex Cruz dando vida ao Capoeira Negro, o principal herói da Quadrante X. Ouvi muitas histórias dos veteranos Antônio Mello e Kiko Paim sobre o quadrinho brasileiro no século XX – eles viveram boa parte dessa história, principalmente Seu Antônio, roteirista de HQs veterano e que mantinha contato com gente “graúda” no meio. Recebi muitos conselhos dos mais velhos, principalmente do Byrata, do Máucio, do Jacques – e os apliquei ao meu trabalho, daí em diante.
Evoluí em meu traço de infância, incorporei novas ideias ao meu próprio trabalho, passei a me interessar mais pela história das HQ, por desenhistas clássicos, e pelo quadrinho brasileiro em geral. Mas também fui muito editado, muitas vezes sem que me comunicassem – textos e desenhos meus eram alterados, desfigurando as ideias iniciais, e tive de me submeter às regras de ter de desenhar as páginas sem o texto, e ver depois textos e balões feitos no computador. Mas tudo bem.
Folheei e li quase tudo o que foi depositado na gibiteca. Praticamente um rato de gibiteca. Participei de exposições temáticas, de eventos de quadrinhos e de noites de autógrafos, promovidos pelo Quadrinhos S.A.. Presenciei o pessoal lançando obras próprias: Marcel Jacques lançando um livro solo do Mestre Zen Noção; Bício dando vida aos The Formosos e aos Bobonecos; e Alex Cruz lançando dois números solo do gibi do Capoeira Negro. Presenciei os momentos de crise (o momento mais tenso foi a produção da Quadrante X # 6, entre setembro e outubro de 2005) e de prestígio. Ajudei a vender Quadrante X. Presenciei a mudança pela qual a revista passou: depois do número 6, a Quadrante X passaria a ser lançada anualmente, na Feira do Livro de Santa Maria, onde dava mais saída.
Também publiquei charges e tiras na página que o Quadrinhos S.A. passou a manter no caderno Teen do jornal A Razão, de Santa Maria, às quintas-feiras, a partir de 2006. Foi ali que minha personagem Letícia estreou na forma impressa. Ali, Jacques também deu seguimento ao seu personagem Lenis. Também publiquei charges e ilustrações editoriais no jornal Conta Corrente, do Sindicato dos Bancários de Santa Maria, entre 2006 e 2007, assim como os outros membros.
Presenciei, com o pessoal do Quadrinhos S.A., o nascimento do evento Cartucho – Encontro de Cartunistas Gaúchos. Tomei muito café com o pessoal. Também consegui alguns trabalhos remunerados relacionados a desenho e cartunismo. Firmei uma parceria com uma turma que promovia campanhas de prevenção da AIDS e DSTs. Tive trabalhos impressos em folderes educativos. Tive fãs. Promovi até minha própria oficina de quadrinhos, com a anuência do Quadrinhos S.A. – em paralelo às oficinas que os outros membros promoviam.
Recebíamos visitas de gente realmente interessada em nosso trabalho, entre repórteres e simples entusiastas, e seus familiares. As reuniões eram sempre marcadas com gritos, insultos, piadas, discussões sobre cultura pop.
Recepcionei e ajudei a recrutar novos membros, efetivos e honorários. Quando ainda estava em Santa Maria, o Quadrinhos S.A. recebeu as adesões, entre outros, de Guilherme “Guiga” Hollweg e Marcel Ibaldo – daí por diante, as coisas não seriam mais as mesmas. Ibaldo, que eu convidei pessoalmente, foi o principal artífice, ao lado do Jacques, da mudança pela qual a Quadrante X passaria. O décimo número da Quadrante X, lançado em maio de 2009, marca uma transição, do amadorismo entusiasta dos primeiros tempos para o profissionalismo de quem quer impressionar o mercado brasileiro. Foi na Quadrante X # 10 que estreei mais um grupo de personagens, os Super-Anões. Porém, três aventuras depois, eles estão há um tempo sem dar as caras – eles tiveram um fim trágico na Quadrante X # 12, de maio de 2012 – seu mundo acabou, enquanto o nosso prossegue. Daí em diante, a Quadrante X, a partir do número 13, só traria histórias fechadas, autocentradas e sem os personagens consagrados.
No entanto, em 2008, tive de voltar para Vacaria. Só deu tempo de comparecer ao lançamento da Quadrante X # 9, em maio de 2008 (o último número onde o Teixeirão saiu impresso), daí por diante, as colaborações deveriam ser todas à distância. E a impressão que ficou é que, após minha saída, as coisas começaram a melhorar para o Quadrinhos S.A.: o pessoal estava se divertindo em mais exposições, eventos (como os notórios cineclubes, dedicados fundamentalmente à exibição de adaptações de HQ para cinema) e lançamentos de material, e eu não estava presente. Não estava mais lá para recepcionar os novos membros, efetivos e honorários do Quadrinhos S.A., como Felipe Bernardi, Henrique Madeira, Greice Pozzatto, Fernan Pires, Alexandre Menezes, Márcio Baraldi e Bira Dantas. Mas eu conseguia comparecer, uma vez por ano, para os lançamentos de novos números do Quadrinhos S.A., sempre na Feira do Livro de Santa Maria.
Foi com consternação que fui presenciando, à distancia, o lento desmonte da parte física do Quadrinhos S.A.: dispersão dos principais membros, que agora só se reúnem pessoalmente de vez em quando; descaso das autoridades, tempestades e alagamentos que trouxe graves danos à sala na Casa de Cultura – aliás, na Casa de Cultura como um todo. A gibiteca teve de sair da sala danificada. No final, o Quadrinhos S.A. agora só existe virtualmente. Reunindo-se e trocando ideias pelas redes sociais, e agora, em sua mais nova empreitada, um canal do YouTube. Mesmo assim, nunca deixamos de editar e lançar Quadrante X: o último número, o 16, foi lançado em dezembro de 2016 na Comic Con Experience (CCXP) em São Paulo. O primeiro, desde o número 1, em que não colaborei com HQ.
Agora... o que o futuro reserva para o Quadrinhos S.A.? O que seus membros estarão fazendo nos próximos 15 anos? Ainda estarão atuando com desenhos? Crescerão e passarão a se dedicar às atividades “caretas” para garantir o sustento que, infelizmente, o quadrinhismo ainda não pode trazer? Manterão a produção de HQs e cartuns como hobby? Haverá ainda Quadrante X? Eu ainda me coloco na posição de observador desses próximos rumos, enquanto continuo desenhando, mesmo sem razão, publicando na internet enquanto ainda puder pagar por ela. Continuo dando vida às minhas ideias malucas. Continuo observando o avanço da cultura pop.
O que espero é que os outros membros do grupo também continuem desenhando, continuem dando sinais de vida na internet, continuem mostrando que aqui no Brasil ainda existe gente que sabe desenhar e traduzir seus ideais pictoricamente.
É isso o que tinha para dizer.
Parabéns, Quadrinhos S.A.. 15 anos.

E até mais.

P.S.: vejam no blog Estúdio Rafelipe (https://estudiorafelipe.blogspot.com.br/) um conteúdo inédito para o mesmo texto...

terça-feira, 21 de março de 2017

Quadrinhos S.A. - 15 Anos



Eventualmente alguém me pergunta: o Quadrinhos S.A. ainda “funciona” na Casa de Cultura?!

Sabemos que, assim como no resto do Brasil, a cultura em Santa Maria fica nos últimos níveis de interesse popular, logo, um dos últimos setores a receberem significativos investimentos financeiros. A Casa de Cultura, onde o coletivo Quadrinhos S.A. trabalhava e executava suas atividades, foi passando de mão em mão de interesseiros, investidores, “politiqueiros”, gente que não sabia nem o que significava cultura e, claro, pessoas interessadas em realmente ajudar e reerguer a instituição. Anos se passaram até que o grupo abdicasse de vez em manter a sala onde tanto se fez: exposições, cineclubes, publicações, curta-metragens, workshops, oficinas e muita conversa entre amigos.


Banheiros interditados, cortes de luz, alagamentos, teto despencando, atendimento duvidoso, acesso indevido às chaves das salas...enfim, cansamos do menosprezo.



Dividimos os bens do grupo (a gibiteca, que por anos “cultivamos”) e criamos espaços virtuais que mantiveram o grupo unido, pela amizade e interesse de seus participantes e colaboradores. Redes sociais, canal no Youtube, grupo no WhatsApp... assim a gente segue produzindo, discutindo, trocando ideias.
Mas ainda assim... que saudades daquela salinha no centro da cidade...


Os integrantes, um pra cada lado. Questões profissionais separaram a gurizada, só que nem por isso os afastaram das HQs. Marcel Ibaldo mantém-se na ativa com as obras The Hype, Erro de Cálculo e The Choice, obras recentes em grandes parcerias. Rafael Grasel segue firme com a produção constante das tiras de Letícia, Teixeirão e a HQ O Açougueiro (estudiorafelipe.blogspot.com). Milton Soares continua com as tiras do magrão Trava e outros inúmeros trabalhos em miltoons.blogspot.com.br. E enquanto Bício segue como um ativista cultural sempre inventando uma exposição ou uma charge típica com seu senso de humor, Alex Cruz volta ao lápis e papel com seu personagem mais conhecido: o Capoeira Negro. E se não bastasse, Guiga Hollweg sacia sua sede de leitura nas mais diversas obras, sempre pronto a dar boas dicas de leitura Youtube afora, além da sempre bem vinda divulgação de nossas atividades, feita pelo jornalista Leandro Arnaldo e pelo parceiro Fernan Pires.



Todo esse “blábláblá” pra dizer que sim, o Quadrinhos S.A. completa hoje 15 anos de atividades. E por mais difíceis que sejam os tempos, a peleia continua, tanto que lançamos nossa publicação, a Quadrante X, no maior evento nerd do Brasil: a Comic Con Experience, tudo registrado em nosso canal, o Quarto QG.



Esses 15 anos são uma parede feita com tijolos de alegria, rabiscos, desespero, amizade, correria, discussões, realizações... foi tanta coisa que só nos faz afirmar que não chegamos no fim!
Só temos que agradecer a todos que nos apoiaram ao longo destes anos e dizer que nunca foi à toa aquela frase que marca as capas de nossa publicação:
Não importa a aventura. Nós estamos lá!




segunda-feira, 6 de março de 2017

Revista O Q.I. - Uma matéria sobre a Quadrante X

Deixamos um registro de uma matéria sobre produção alternativa no mercado editorial na cidade de Santa Maria, realizada pela revista experimental do Curso de Produção Editorial, a Revista O Q.I.


A matéria pode ser lida na íntegra (pgs 48 a 52) no link:
https://issuu.com/claudiabomfaz/docs/revista_o_qi__4_-_final_vers__o_iss




sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

QUARTO QG: Comic Con e dica de leitura!


Pra calar a boca de quem disse que ele foi na Comic Con Experience pra não fazer nada, Marcel Jacszxcszxcszxzcsxzxcsxz mostra que o investimento dos suados dividendos da megacorporação Q não foi em vão.
Confere clicando na imagem abaixo o novo vídeo do canal Quarto QG:


E se inscreve, tchê.


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

QUARTO QG: Reboots...sqn!


Prosseguindo com a epopeia do Quadrinhos S.A. e Q Studius (lembram?) em outras mídias, Marcel Jacszxcsxzxsczxz e Guiga Hollweg abordam dessa vez o mundo dos quase-remakes, mas que na verdade são continuações de sagas que muito nerd não sabia que existia até entrar no hype com trailers e compartilhadas em massa no facebook mas fingia que conhecia pra comentar nas postagens emitindo opinião sábia.
Assim sendo, confiram o novo episódio do QUARTO QG clicando no link abaixo:





sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Tem Quadrinista do QSA no SILENT MANGA AUDITION!!!

E deu integrante do Quadrinhos S.A. selecionado em concurso internacional!!!

O Silent Manga Audition é um concurso de mangá sediado no Japão com a proposta de criar histórias em quadrinhos sem diálogos, eliminando, assim, a barreira do idioma. O tema deste ano foi "Infância” (ouChildhood") e dentre os mais de 500 inscritos, vários trabalhos vieram da Itália, Rússia, China, Argentina e Vietnã, além de outros países.


Foi na categoria Menção Honrosa que o trabalho "The Choice" ("A Escolha") do quadrinista Marcel Ibaldo, junto com Elton Keller, foi selecionado. E na categoria Prêmio dos Editores foi indicada a HQ "WannaBe a Legend!!!" ("Quero ser uma lenda!!!"), de Max Andrade (colaborador da revista Quadrante X).


As escolhas foram feitas por um júri composto por nomes respeitados do mercado de quadrinhos japoneses como Tsukasa Hojo (de City Hunter, e mestre do quadrinhista Takehiko Inoue, o autor de Vagabond, Slam Dunk, e Real), Tetsuo Hara (da lendária série Hokuto No Ken), e Nobihiko Horie (ex-editor chefe da revista Shonen Jump, a revista em quadrinhos mais vendida no mundo, e especialmente na época em que vendia quase 7 milhões de exemplares por semana - o maior recorde de vendas de HQ na história).

Os parabéns a Marcel Ibaldo, Max Andrade e Elton Keller por esta conquista e prova de que artistas brasileiros tem potencial para ir longe, sem perder a sensibilidade em seus trabalhos.

Pra saber mais informações a respeito do Silent Manga Audition visite:

terça-feira, 29 de novembro de 2016

QUADRANTE X 16 pronta pra CCXP!!!


Chegaram as edições, meus amigos!!!
E ficaram uma lindeza (na verdade eu não sei, mas tô acreditando na opinião do Jacsxcsxzz, que tá levando as QX pra São Paulo enquanto eu digito isso).
Então, lembrando: a Quadrante X 16 (mais setecentas e novecentas HQs) tão à venda na Mesa H03 da Comic Con Experience entre os dias 01 e 04 de dezembro!!!
Procurem o Marcel Jacxszcsxzxz e o Max Andrade e peçam um autógrafo com um desenho bem difícil.
E quem quiser, pode também adquirir a sua pelo e-mail: qsaoficial@gmail.com

Bom evento e boa leitura!






quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Divulgação Quadrante X nº16


E no vídeo de estreia do Canal QUARTO QG, a divulgação da novíssima Quadrante X nº16 na Comic Con Experience, em São Paulo, entre os dias 1 e 4 de dezembro!!

Pra assistir o vídeo é só clicar na imagem abaixo:



quarta-feira, 23 de novembro de 2016

PREVIEW Quadrante X nº 16

Fica aí o preview da HQ do Milton Soares e Marcel Ibaldo, Hard Drive.



terça-feira, 22 de novembro de 2016

BENJAMIN PEPPE # 5 - Universo Editora

Foi lançado, recentemente, mais um gibi independente com trabalhos de integrantes do Quadrinhos S.A.!
Pela Universo Editora Independente, foi lançado o quinto número do gibi do Benjamin Peppe, personagem criado pelo paulista Paulo Miguel dos Anjos.
O gibi integra os esforços do Projeto Benjamin Peppe, que visa ao licenciamento do personagem para outras mídias. Nos gibis, os participantes do Projeto tem liberdade para interpretar o personagem com seu próprio traço.
Dois integrantes do Quadrinhos S. A. participam da quinta edição: Bira Dantas, com uma HQ curta e uma ilustração, e Rafael Grasel, com uma HQ curta.
Além deles, participam da presente edição: Omar Viñole (capa), William Rafael Paraizo, Mancini Jr., Sullivan Suád, Dennis Oliveira, Flávio Rodrigues, Eduardo Santana Santos, Júlio Shimamoto, Luke Oliver, Chagas Lima, Paulo 16 (O Capilé), Gilson Venâncio Alvarenga, Dantas Bispo, Rom Freire, Cláudio Izar e Paulo Miguel dos Anjos.
Saibam mais a respeito do conteúdo do gibi na resenha referente no blog Estúdio Rafelipe (https://estudiorafelipe.blogspot.com.br/).
O gibi tem 28 páginas, capa colorida, miolo preto e branco, com 4 páginas internas coloridas. Ao preço de R$ 6,90.
Para pedir o seu exemplar, escrevam para:
Universo Editora: universoeditoraindependente@gmail.com.
Paulo Miguel dos Anjos: anjospaulo@zipmail.com.br ou benjaminpeppe@gmail.com.
Para saber mais sobre o Projeto Benjamin Peppe, acessem: http://benjaminpeppe.webnode.pt (site oficial) e/ou https://www.facebook.com/benjaminpeppe (fanpage no Facebook).
Conheça outros lançamentos da Universo Editora em www.editorauniverso.com/.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Lançamento Comic Con Experience - Quadrante X nº16 e The Hype


O coletivo Quadrinhos S.A. - Núcleo de Quadrinhistas de Santa Maria/RScriado em 2002, tem sido responsável pela organização de exposições de quadrinhos, workshops, e ciclos de cinema, além da publicação de diversas HQs ao longo desses mais de 14 anos de existência.Dentre essas publicações a mais importante é a revista Quadrante X, que anualmente traz em suas páginas a arte dos integrantes do grupo e convidados em HQs mirando perspectivas diferentes acerca de um novo tema a cada edição.Nesta edição nº16 o tema escolhido é "Informação", o que serviu de catalisador pra que os integrantes do grupo participantes da edição, Bira Dantas, Marcel Ibaldo, Marcel Jacques, Milton Soares, e o convidado Max Andrade desbravassem a temática em histórias em quadrinhos que versam a respeito dos desafios diários que surgem a cada notícia compartilhada, cada viral, e cada visita a rede social. A edição afirma assim a necessidade de sempre questionar e buscar um outro viés e só estabelecer uma opinião sólida a partir de fontes confiáveis, além de reconhecer que nós criamos informação diariamente, tendo em vista que somos parte da História sendo escrita.Quadrante X nº16 terá lançamento na Comic Con Experience, no dia 3 de dezembro, às 16hs, na Mesa H03. 

Quem não for ao evento pode adquirir a Quadrante X nº16, ou as edições anteriores solicitando a sua pelo e-mail: qsaoficial@gmail.com



Além da Quadrante X, também terá lançamento na Mesa H03 da CCXP a HQ "The Hype".
A obra, o novo trabalho da parceria entre Marcel Ibaldo e Max Andrade, enfim é lançada após uma bem-sucedida campanha de financiamento coletivo no site Catarse, e vai contar com acabamento aprimorado por ter extrapolado a meta inicial necessária para impressão.
A edição também estará à venda através do 


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Quadrinhos Quaisquer: Presidente Grasel (Rafael Grasel)

Para este dia 7 de setembro, uma HQ especial.
Se vocês não conseguem gostar do atual Presidente, fica a pergunta: o que vocês fariam se fossem o Presidente?
Rafael Grasel responde do seu modo. Em desenho tosco e sem esboço, mas esperamos que vocês entendam a ideia dele.
(clique nas imagens para ampliar)
Vejam mais em https://estudiorafelipe.blogspot.com.br/

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Quadrinhos Quaisquer / Charges à Beira do Abismo: Variadas (Rafael Grasel)

O calor do momento, das discussões e do aumento da temperatura política pedem charges/quadrinhos feitos de maneira tosca, rápida, sem esboço e no momento da raiva.

- Já que tem muita gente vendo o Impeachment da presidenta como um golpe, vendo 2016 como uma versão "mimeografada" de 1964, reciclamos para os dias atuais uma anedota do fim dos anos 1970: quem duvida que o exílio se torne a solução se tudo chegar aos extremos? Só os mais estudados entenderão... (abaixo, uma tentativa de "explicar" a charge)

- Há tanta gente defendendo que o Impeachment foi a morte da democracia brasileira. Mas se este ano haverá eleições municipais... Em tese, é o povo quem ainda escolhe o Prefeito e os Vereadores. Diante do 31 de agosto, será que tais argumentos convencem?
- O maior temor do "golpe": não as próximas ações do novo presidente e seus "asseclas", mas que os que combatem o "golpe" acabem se tornando "bullyers" piores que os que o defendem. Afinal, há quem enxergue o Temer como um cara mau; e quem o defende só pode ser cara mau também. Por isso, deve ser cortado da nossa lista de relacionamentos. Ou estarei eu simplesmente exagerando?

Vejam mais desenhos em https://estudiorafelipe.blogspot.com.br/
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