terça-feira, 22 de maio de 2012

QUADRANTE X - todas as edições - número 0

Olá.
Aqui é o Rafael.
A partir de hoje, estarei trazendo a vocês as resenhas de todos os 13 números da revista Quadrante X, a publicação do Quadrinhos S. A., lançados até agora. Começando pelo número 0.





QUADRANTE X no. 0
Lançado em maio de 2003.

O Núcleo de Quadrinhistas mal completara 1 ano de vida (segundo o editorial, a associação foi fundada em 21 de março de 2002, e o seu primeiro presidente era Jorge Ubiratã da Silva Lopes, o Byrata, criador do Xirú Lautério), e já lançara o primeiro número da Quadrante. Nesta edição, de 24 páginas (sem contar capa), participam os seguintes artistas: começando com Mário Luís Trevisan, o Al Mário, com o texto cômico Propostas para a Travessia do Passo do Verde, com ilustrações de Marcel Jacques, onde o autor discute possíveis soluções para contornar a falta de uma ponte que liga Santa Maria a uma das cidades da região; a seguir, Milton Soares, criador do Trava, com o faroeste cômico Desafio de Fogo; depois, Mário Lúcio Bonotto Rodrigues, o Máucio, comparece com Homem Bomba, uma sátira com os atentados terroristas; a seguir, Elias Ramires Monteiro, chargista do jornal Diário de Santa Maria, com uma história sem título sobre a condição masculina; A seguir, Franklin Carvalho Neto, o Frank, nos dá uma amostra das tiras do Eremita do Taperinha, um ermitão que mora no alto de um dos edifícios mais altos de Santa Maria; em seguida, Fabiano, com o personagem gaúcho Tchebúrcio, na história curta Ovo por Ovo, Dente por Dente (confesso: o Tchebúrcio foi uma das inspirações para o meu personagem Teixeirão – ao menos, os bigodes de um e outro são parecidos); a seguir, Gabriel Cóser traz a primeira das duas únicas aventuras de seu super-herói, o Nada, invencível porém imprestável; depois, Kiko Paim aparece com uma história curta do seu personagem Guapito, o conquistador azarado; Depois, vem Fabrício Réquia Parzianello, o Bício (criador dos Bobonecos e dos The Formosos) com uma amostra das tiras de seus personagens Mano & Véio, dois jovens amigos que curtem a vida em Santa Maria; em seguida, Jéssica, com a cartunesca Atirei no Pau do Gato; em seguida, Alex Cruz comparece com Morte no Parque, a primeira aventura do herói Capoeira Negro, meio que um mascote oficial da revista em seus primeiros anos – e ainda em um traço de iniciante; em seguida, também em traço de iniciante, Marcel Jacques, com Grandes Bobagens da Civilização e Idiotiras, humor negro em pequenas doses; em seguida, Carlos Gomide e Simone comparecem com Boca do Monte, o Azarado (mais tarde, o personagem seria redesenhado por Alex Cruz; estas primeiras tiras mostram o personagem ainda em traço rústico); e, fechando a revista, Byrata, com o pequeno clássico A Mulher do Tempo, o modo campeiro de saber as condições do clima, às vezes mais eficiente que a previsão do tempo. Republicação de um trabalho anterior da revista Garganta do Diabo, importante publicação de humor que circulou em Santa Maria nos anos 90.


(Texto publicado originalmente em http://estudiorafelipe.blogspot.com/).
Na próxima postagem: o número 1.
Até mais!

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